Temas fugidios. Cinzas no céu azul.
O outro. Outros mundos.
Este é o meio do caminho. Palavras e definições são desnecessárias. Neste território, não há espaço para significações ou re-significações.
As memórias, titânicas, são sugadas pelo buraco negro da re-invenção. O crucial torna-se desnecessário e pesado. O tempo tem o peso da inexistência.
Há uma caixinha de música no território dos quartos vazios.
As molduras dos espelhos estão suspensas por mãos de mortos-vivos.
No corredor de Mnemósine, tudo perde o sentido.
Cães ladram na noite, em companhia de sombrios seres.
Verdades são sussurradas e corações, partidos.
O rio conta segredos com a linguagem das labaredas.
Amplificações desnecessárias. O desprendimento gravita e graceja.
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